Políticas Editoriais

Foco e Escopo

Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional (G&DR) é uma publicação quadrimestral do Programa de Pós-Graduação stricto sensu da Universidade de Taubaté (SP), composto pelo Mestrado Profissional em Gestão e Desenvolvimento Regional e Mestrado Acadêmico em Planejamento e Desenvolvimento Regional. Foi criada com três objetivos básicos: dar vazão à vasta produção científica sobre desenvolvimento regional, que se avoluma nas universidades brasileiras em função da consolidação da área e abertura de novos programas stricto sensu, e que, pela escassez de espaço e de veículos específicos, possui circulação restrita,minimizando as possibilidades de discussão e referenciação; estimular o debate acadêmico sobre a questão regional em suas diferentes dimensões, valorizando, sobretudo, os diálogos interdisciplinares; e contribuir, de forma decisiva, para a crítica e proposição de modelos de intervenção, pública ou privada, de natureza sustentável.

A Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional (G&DR) é uma revista de orientação pluralista e publica trabalhos que apresentem contribuições originais, teóricas ou empíricas, relacionadas ao Desenvolvimento Regional. Valoriza o diálogo interdisciplinar, abrindo espaços para contribuições de outras áreas que apresentem interface com o projeto central da revista. Encontra-se disponível para colaboradores nacionais e estrangeiros e possui um conselho editorial variado, distribuído por várias instituições e regiões do País, além de consultores internacionais.

A Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional (G&DR) contempla dossiês temáticos, artigos científicos e de atualização teórico-metodológica, resenhas, notas de pesquisa, estudos de caso, entrevistas e textos especiais (autores convidados, transcrição de palestras, debates, e, eventualmente, trabalhos apresentados em congresso que tenham interesse acadêmico e social), quando recomendados por grupos de pesquisadores e aprovados pelo Conselho Editorial. 

•Aceitam-se, para avaliação, colaborações inéditas em português, inglês, francês e espanhol. 
•A publicação dos trabalhos está condicionada a pareceres de membros dos Conselhos Editorial e Consultivo, garantindo o anonimato dos autores e, também, dos pareceristas em todo processo de avaliação.

Áreas de Interesse da Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional:
• Desenvolvimento Social e Econômico 
• Ciência, Tecnologia e Sociedade 
• Comunicação e Desenvolvimento Regional 
• Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável 
• Políticas de Ciência, Tecnologia e Inovação 
• Ciência, Tecnologia e Trabalho 
• Gestão de Cidades 
• Turismo e Desenvolvimento Regional 
• Desenvolvimento Rural 
• Gestão de projetos públicos e privados
• Capital humano, tecnológico e industrial
• Território e desenvolvimento
• Processos e experiências de desenvolvimento regional

 

Políticas de Seção

Editorial

Não verificado Submissões abertas Não verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares

Apresentação de Dossiê

Não verificado Submissões abertas Não verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares

Artigos

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Comunicações

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Resenhas

Verificado Submissões abertas Não verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares

Especial

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Dossiês

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Ensaios

Verificado Submissões abertas Verificado Indexado Verificado Avaliado pelos pares

Entrevistas

Verificado Submissões abertas Não verificado Indexado Não verificado Avaliado pelos pares
 

Processo de Avaliação pelos Pares

A Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional adota o sistema Double Blind Review.

Todos os artigos submetidos serão examinados pelo editor, editor executivo, membros do conselho editorial, conselho científico ou editores adjuntos para verificar se o conteúdo do artigo é apropriado para a revista e se o manuscrito foi preparado de acordo com as instruções para os autores. O editor poderá rejeitar o artigo se detectar: erros relativos às instruções; redação inadequada; ou se, o trabalho não contiver suficiente mérito científico ou tecnológico. A avaliação é registrada no "Formulário - primeira fase de avaliação. O formulário é comporto por oito critérios, a saber: aderência à linha temática da revista; abordagem dada ao tema; clareza do resumo; estrutura do artigo; atendimento às normas da revista; contribuição científica do artigo; coerência, coesão, uso adequado da norma culta; uso de referências bibliográficas internacionais. Para cada critério é atribuida uma pontuação de 1 a 3 pontos (Atende Plenamente -3 pontos; Atende parcialmente - 2 pontos; Não atende -1 ponto). A linha de corte para a segunda fase de avaliação, que consiste para o envio do artigo para pareceristas externos,  é 15 pontos.  

Os artigos aprovados na primieira fase de avaliaçãol serão enviados pelo editor executivo para dois avaliadores ad hoc, especialistas no tema do artigo proposto. Os avaliadores receberão o manuscrito, sem nenhuma identificação dos autores, além do formulário de avaliação. Todos os avaliadores, quando convidados para tal função, receberam as diretrizes de avaliação do periódico. 

Em nenhuma etapa do processo, os avaliadores conhecerão a identidade dos autores, assim como, os autores não saberão a identidade dos avaliadores.

 Os trabalhos encaminhados à revista serão analisados pelo Conselho Editorial conforme a sua especialidade e serão avaliados pelos pareceristas ad hoc segundo os seguintes critérios:

- a contribuição e atualidade do conteúdo técnico-científico para a área;

- a relevância científica;

- a coerência entre objetivos, aspectos teóricos, material analisado (se for o caso) e considerações finais;

- a clareza e qualidade da redação;

- a adequação às normas de publicação da revista.

As decisões dos avaliadores podem ser: aceitar, aceitar o artigo com alterações ou rejeitar. Em caso de pareceres díspares o artigo poderá ser encaminhado a um terceiro avaliador, conforme decisão do editor.

A RBGDR prioriza a publicação de artigos inéditos, que terão prioridade em relação a artigos que tenham sido publicados em anais de eventos científicos.

A RBGDR não tem interesse em publicar artigos traduzidos de periódicos científicos estrangeiros.

A submissão de artigos será sempre via Internet e deve seguir rigorosamente as normas para publicação.

 

Periodicidade

Peridiocidade: quadrimestral (jan-abr / maio-ago / set-dez)

 

Política de Acesso Livre

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

 

Arquivamento

Esta revista utiliza o sistema LOCKSS para criar um sistema de arquivo distribuído entre as bibliotecas participantes e permite às mesmas criar arquivos permanentes da revista para a preservação e restauração. Saiba mais...

 

Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional

Revista Brasileira de Gestão e Desenvolvimento Regional (G&DR) é uma publicação quadrimestral do Programa de Pós-Graduação stricto sensu da Universidade de Taubaté (SP), composto pelo Mestrado Profissional em Gestão e Desenvolvimento Regional e Mestrado Acadêmico em Planejamento e Desenvolvimento Regional. Foi criada com três objetivos básicos: dar vazão à vasta produção científica sobre desenvolvimento regional, que se avoluma nas universidades brasileiras em função da consolidação da área e abertura de novos programas stricto sensu, e que, pela escassez de espaço e de veículos específicos, possui circulação restrita, minimizando as possibilidades de discussão e referenciação; estimular o debate acadêmico sobre a questão regional em suas diferentes dimensões, valorizando, sobretudo, os diálogos interdisciplinares; e contribuir, de forma decisiva, para a crítica e proposição de modelos de intervenção, pública ou privada, de natureza sustentável.