A (des) territorialização do APL da indústria têxtil e de confecções de Americana e região: Uma análise sobre o desenvolvimento local e a governança

Lucas Labigalini Fuini

Resumo


O presente artigo pretende analisar a constituição histórica e territorial da governança, ligada à aglomeração têxtil e de confecções de Americana, Nova Odessa, Sumaré, Hortolândia e Santa Bárbara d'Oeste. Trata-se da maior aglomeração têxtil do interior paulista, que, nos últimos anos, tem sido marcada por uma crise econômica, gerada por fatores internos e externos ao seu território. Nesse contexto temporal, se instala o projeto de Arranjos Produtivos Locais na região que se constituiu uma governança formal mista, definida pelo Consórcio público e privado intermunicipal do Polo Tecnológico da Indústria Têxtil e de Confecções. Em nossa análise, seguiremos, portanto, uma linha de compreensão da governança do APL têxtil, como uma construção de territorialidades, em diversas escalas, que passam pelas concepções econômicas, políticas e culturais, envoltas simultaneamente em processos de territorialização e de desterritorialização de atividades econômicas concentradas e/ou desconcentradas geograficamente.

Palavras-chave


Indústria têxtil; Arranjo produtivo local; Governança; Territorialização.

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