ANÁLISE DE CIDADES INTELIGENTES EM MINAS GERAIS
UMA ABORDAGEM BASEADA EM CLUSTERIZAÇÃO K-MEANS
DOI:
https://doi.org/10.54399/rbgdr.v22i1.8170Palabras clave:
Análise Multicritério, Cidades Inteligentes, Clusterização K-Means, Desenvolvimento Urbano, Ranking de CidadesResumen
Este estudo analisa a urbanização global e seus desafios, como poluição ambiental, falta de energia elétrica e escassez de serviços públicos básicos. A pesquisa destaca o papel das cidades inteligentes, que combinam capital social, humano e informação, auxiliadas por tecnologias da informação e comunicação, para melhorar a qualidade de vida dos indivíduos. O estudo teve como objetivo analisar as relações dos clusters gerados a partir das seis dimensões compreendidas em um ranking de classificação voltado para países subdesenvolvidos de Mokarrari e Torabi (2021), aplicado em cidades de Minas Gerais. A análise envolveu o uso do algoritmo de clusterização K-Means, a análise de cotovelo para determinar o número ideal de centroides e o índice de silhueta para avaliar a eficácia da divisão dos clusters. Os resultados destacaram as cidades de Belo Horizonte, Betim, Uberaba e Juiz de Fora, que estão entre as 100 cidades brasileiras inteligentes de acordo com o Ranking Connected Smart Cities. A pesquisa conclui enfatizando a relevância dos clusters gerados para o desenvolvimento de Cidades Inteligentes em Minas Gerais, fornecendo insights valiosos sobre os pontos fortes e fracos de cada cidade, que podem orientar a administração pública e futuros estudos.
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