DIVERSIDADE DE GÊNERO, RAÇA E GERAÇÃO NO COOPERATIVISMO AGROPECUÁRIO DO BRASIL
UMA PROPOSTA TIPOLÓGICA DE ANÁLISE
DOI:
https://doi.org/10.54399/rbgdr.v22i4.8619Palabras clave:
Interseccionalidade, Mulheres Rurais, Agricultura Familiar, ODSResumen
Este artigo objetivou correlacionar o perfil de gênero, racial e geracional do quadro social e do Conselho de Administração das cooperativas agropecuárias, com o intuito de dimensionar a atuação do cooperativismo na promoção da diversidade. Para tanto, colocamos em perspectiva cooperativas da Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará e Rio Grande do Sul, com dados coletados por meio de formulário enviado entre julho e agosto de 2023, o que resultou em 120 casos, os quais se constituíram um banco de dados. Este banco e suas variáveis foram submetidos a Análise Fatorial Múltipla (AFM). O resultado da pesquisa resultou na elaboração de 4 (quatro) Tipos funcionais de cooperativas agropecuárias no que se refere ao objetivo proposto. A tipologia revelou percentuais significativos da população negra no quadro social das cooperativas e nos cargos diretivos nos Tipos 1 e 2, constituídos majoritariamente pelas cooperativas da agricultura familiar da Bahia, Pará e Minas Gerais, mas também demonstrou que a diversidade de gênero e de geração são grandes desafios para o cooperativismo, principalmente nos Tipos 3 e 4 que têm predominância proporcional das cooperativas do Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul.
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