PARQUES TECNOLÓGICOS BRASILEIROS

Fatores Determinantes de Atração de Empresas

Autores

DOI:

https://doi.org/10.54399/rbgdr.v22i2.8720

Palavras-chave:

Parques Tecnológicos, Inovação, Tripla Hélice.

Resumo

Este artigo tem como objetivo analisar os fatores que influenciam a atração de empresas para parques científicos brasileiros. Para tanto, utilizou-se como variável dependente o número anual de empresas ingressantes em parques científicos entre 1990 e 2022. A metodologia empregada baseou-se em um modelo de dados empilhados, com características estruturais e regulatórias dos parques como variáveis ​​explicativas. Os resultados indicam que a presença de universidades e aceleradoras tem um forte impacto positivo na atração de empresas, enquanto elementos regulatórios, como a existência de estatutos formais, projeto arquitetônico e exigências de licenciamento ambiental, parecem atuar como barreiras à entrada. Além disso, parques mais antigos e aqueles localizados nas regiões Norte e Nordeste também apresentaram maior capacidade de atração. O modelo utilizado explicou 24% da variação observada, sugerindo que fatores contextuais não incluídos na especificação podem contribuir para aprimorar seu nível de ajuste.

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Biografia do Autor

Luiz Felipe Marvila de Vasconcellos, Universidade Federal de Viçosa

Mestrando em Economia pela Universidade Federal de Viçosa é Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Federal Fluminense e Técnico em Comércio Exterior . Possui experiência profissional na areas de Consultoria de Inovação pelo Sebrae Minas, Controle Interno e Auditoria Pública na CMCG (Camara Municipal de Campos dos Goytacazes) e PMCG (Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes) além de experiencia profissional em Planejamento e Implementação de Projetos no Grupo Queiroz Galvão e na Keruí Group. Tem interesses de pesquisa nas áreas de Economia da Inovação, Desenvolvimento Econômico e Modelos Matemáticos.

Ruth Sirqueira Silva, Universidade Federal de Viçosa

Possui graduação em Ciências Econômicas pela Universidade Federal de Viçosa (2023). Atualmente cursa Mestrado em Economia pelo pela Universidade Federal de Viçosa. Atua nas áreas de macroeconomia, modelos macrodinâmicos e economia ambiental.

Adriana Ferreira Faria, Universidade Federal de Viçosa

Engenheira química formada pela Universidade Federal de Uberlândia, possui mestrado e doutorado em Engenharia Mecânica pela mesma universidade e realizou pós-doutorado em Gestão da Inovação na North Carolina State University. Atualmente, ela é professora na Universidade Federal de Viçosa (UFV) e lidera como Diretora Executiva do Centro Tecnológico de Desenvolvimento Regional de Viçosa (CenTev/UFV) desde 2019. 

Publicado

31.05.2026

Como Citar

de Vasconcellos, L. F. M., Silva, R. S., & Faria, A. F. (2026). PARQUES TECNOLÓGICOS BRASILEIROS: Fatores Determinantes de Atração de Empresas. Revista Brasileira De Gestão E Desenvolvimento Regional, 22(2). https://doi.org/10.54399/rbgdr.v22i2.8720

Edição

Seção

Inovações para o Desenvolvimento Regional Sustentável: Tecnologias, Economias Criativas e Políticas Públicas Ancoradas no Território